Confissão Belga - Art. 1 - O Único Deus
Todos nós cremos com o coração e confessamos com a boca que só existe um Deus, que é um Ser espiritual e simples. Ele é eterno, incompreensível, invisível, imutável, infinito, onipotente; perfeitamente sábio, justo e bom, a fonte transbordante de todo bem.
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Comentário: Os crentes, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento são monoteístas, isto é, creem que Deus é um só. Confessamos com nossas palavras a fé que está em nossos corações no Deus único e verdadeiro. A igreja do Antigo Testamento declarava essa fé dizendo: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor - Deuteronômio 6.4. ‘Javé é o único Javé’ - assim começava o “Shemá” (hebraico: “Ouve!”). Essa era a grande confissão de fé do povo de Israel. Deus declarou ser único: Pois não há outro Deus senão eu - Isaías 45.21. No Novo Testamento o apóstolo Paulo confirma o ensino - Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem - 1ª Timóteo 2.5. Há um único Ser que é onipotente, onisciente, onipresente, onissapiente - Javé. Ele é o criador de tudo quanto existe nos céus e na terra, das coisas visíveis e invisíveis. Onipotência, onipresença, onisciência, onissapiência, são atributos incomunicáveis e o Criador não os compartilhou com nenhuma criatura. Portanto não há ninguém no céu que possa ouvir nossas orações, nem nos ver aqui na terra, nem nos proteger, nem nos guiar. Só o Pai, o Filho e o Espírito Santo - o Deus Triúno. Ele é um ser espiritual e ordenou que o adorássemos dessa forma - Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade - João 4.24. Na Antiga Aliança a adoração era mais exterior e física, já na Nova Aliança é mais interior e em espírito. Na era cristã a adoração não é mais através dos tipos e figuras, mas da realidade em Cristo, pois Ele é o cumprimento de todas aquelas coisas que eram sombras da realidade. Mas Deus é mais: é eterno, sem começo e sem fim, atemporal - está fora do tempo; é infinito, tanto em grandeza quanto em existência; Ele é incompreensível a nós, assim, tudo quanto quer que entendamos sobre si, precisa nos revelar; Ele é invisível, por isso pessoas que dizem terem visto Deus estão equivocadas. E hoje Deus não fala mais audivelmente, mas através da sua Palavra escrita; Ele é imutável, se o homem servi-lo ou não servi-lo nada acrescenta a Deus e nem diminui - Ele é completo, perfeito e invariável. Ele sustenta, mantém, controla, governa, dirige toda criação e toda criatura, na terra e nos céus. Deus age como, quando e onde quer. Ele fez o mar Vermelho abrir, parou o rio Jordão, fez o sol e a lua pararem e a sombra projetada voltar atrás. Mas age independente, ninguém diz o que Ele deve fazer; Ele é onissapiente, isto é, tem a perfeita e total sabedoria, de modo que é impossível Deus errar, equivocar-se ou cometer injustiça. Tudo o que nos acontece é decretado e governado pelo Senhor Deus. Se Ele não faz diferente é porque não deseja e porque assim é melhor; Ele é justo, e a maior demonstração da sua justiça foi levar o próprio Filho ao sacrifício em favor dos eleitos que não podiam ser salvos de outra forma. A cruz deu prova da elevada justiça de Deus, que só poderia ser satisfeita por Ele próprio, e também do seu amor eterno; Ele é essencialmente bom, uma fonte abundante de verdade e de todo bem. Esse Ser maravilhoso é o único objeto da nossa adoração, juntamente com o Filho e o Espírito Santo.
Comentário: Os crentes, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento são monoteístas, isto é, creem que Deus é um só. Confessamos com nossas palavras a fé que está em nossos corações no Deus único e verdadeiro. A igreja do Antigo Testamento declarava essa fé dizendo: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor - Deuteronômio 6.4. ‘Javé é o único Javé’ - assim começava o “Shemá” (hebraico: “Ouve!”). Essa era a grande confissão de fé do povo de Israel. Deus declarou ser único: Pois não há outro Deus senão eu - Isaías 45.21. No Novo Testamento o apóstolo Paulo confirma o ensino - Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem - 1ª Timóteo 2.5. Há um único Ser que é onipotente, onisciente, onipresente, onissapiente - Javé. Ele é o criador de tudo quanto existe nos céus e na terra, das coisas visíveis e invisíveis. Onipotência, onipresença, onisciência, onissapiência, são atributos incomunicáveis e o Criador não os compartilhou com nenhuma criatura. Portanto não há ninguém no céu que possa ouvir nossas orações, nem nos ver aqui na terra, nem nos proteger, nem nos guiar. Só o Pai, o Filho e o Espírito Santo - o Deus Triúno. Ele é um ser espiritual e ordenou que o adorássemos dessa forma - Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade - João 4.24. Na Antiga Aliança a adoração era mais exterior e física, já na Nova Aliança é mais interior e em espírito. Na era cristã a adoração não é mais através dos tipos e figuras, mas da realidade em Cristo, pois Ele é o cumprimento de todas aquelas coisas que eram sombras da realidade. Mas Deus é mais: é eterno, sem começo e sem fim, atemporal - está fora do tempo; é infinito, tanto em grandeza quanto em existência; Ele é incompreensível a nós, assim, tudo quanto quer que entendamos sobre si, precisa nos revelar; Ele é invisível, por isso pessoas que dizem terem visto Deus estão equivocadas. E hoje Deus não fala mais audivelmente, mas através da sua Palavra escrita; Ele é imutável, se o homem servi-lo ou não servi-lo nada acrescenta a Deus e nem diminui - Ele é completo, perfeito e invariável. Ele sustenta, mantém, controla, governa, dirige toda criação e toda criatura, na terra e nos céus. Deus age como, quando e onde quer. Ele fez o mar Vermelho abrir, parou o rio Jordão, fez o sol e a lua pararem e a sombra projetada voltar atrás. Mas age independente, ninguém diz o que Ele deve fazer; Ele é onissapiente, isto é, tem a perfeita e total sabedoria, de modo que é impossível Deus errar, equivocar-se ou cometer injustiça. Tudo o que nos acontece é decretado e governado pelo Senhor Deus. Se Ele não faz diferente é porque não deseja e porque assim é melhor; Ele é justo, e a maior demonstração da sua justiça foi levar o próprio Filho ao sacrifício em favor dos eleitos que não podiam ser salvos de outra forma. A cruz deu prova da elevada justiça de Deus, que só poderia ser satisfeita por Ele próprio, e também do seu amor eterno; Ele é essencialmente bom, uma fonte abundante de verdade e de todo bem. Esse Ser maravilhoso é o único objeto da nossa adoração, juntamente com o Filho e o Espírito Santo.
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